"Tática é saber o que fazer quando existe algo a ser feito. Estratégia é saber o que fazer quando não há nada a fazer."
( Savielly Tartakover )
“O progresso é uma palavra agradável mas é a mudança que o motiva e a mudança tem inimigos” "Nenhum trabalho de qualidade pode ser feito sem concentração e auto-sacrifício, esforço e dúvida."
12/08/2011
Momentos de crise
"Em momentos de crise, a imaginação é mais importante que o conhecimento."
Albert Einstein
Albert Einstein
10/08/2011
10 Dicas para lidar com colegas de trabalho difíceis
10 Dicas para lidar com colegas de trabalho difíceis.
Todos temos no ambiente de trabalho um ou outro colega com um feitio mais difícil de lidar, podendo mesmo chegar a ser bastante problemático.
Uns falam demasiado e nunca ouvem, espalham boatos, outros têm de ter sempre a última palavra, ou criticam tudo o que não foram eles a fazer. Há vários géneros e tipos.
Ficam aqui 10 dicas para ajudar a lidar com esses colegas.
1. Conheça-se a si mesmo. Quanto melhor se conhecer, menos provável é que reaja mal às situações com os seus colegas de trabalho de feitio “especial”. Este é talvez o ponto mais importante. Conheça os seus limites, os seus níveis de tolerância.
2. Identifique as pessoas problemáticas. Sabendo quem são e como são, mais facilmente se pode antecipar aos problemas que vão sendo criados por elas.
3. Sorria amigavelmente. Um sorriso e simpatia poderão fazer milagres com os seus colegas “difíceis”.
4. Descubra se outros colegas estão com problemas semelhantes com os “problemáticos. Se você for o único a ter um problema com essa pessoa, o problema poderá estar em ambos. Analise bem a situação. Descubra onde está o problema antes de querer tomar atitudes mais drásticas.
5. Não deixe os problemas piorarem. Não deixe chegar a um tal ponto em que perde a racionalidade e age apenas com a emoção. Poderá perder a razão toda que tinha.
6. Comunique. Por vezes uma conversa pode resolver muitos problemas e, principalmente, mal-entendidos. Esteja calmo, se optar por conversar com o seu colega nunca o faça de “cabeça quente”.
7. Respeito. Respeite os seus colegas “difíceis” e o seu direito de serem diferentes, mesmo que não goste deles. Eventualmente o respeito será retribuído.
8. Mantenha-se profissional. Este ponto é bastante importante. Se mantiver sempre o seu profissionalismo intacto, dificilmente alguém arranjará argumentos contra si. E ficará ainda de consciência tranquila.
9. Não se vitimize. Vitimizar-se e sentir-se mal devido ao tratamento que o seu colega “difícil” lhe dá apenas agravará o problema e o seu estado emocional. Começará a sentir-se cada vez pior e mais vítima, culpabilizando a outra pessoa por tudo. Reaja e responsabilize-se pela forma como se sente.
10. Volte as costas. Em alguns casos, a melhor solução é voltar as costas e ir-se embora, em vez de ficar a discutir e a piorar a situação.
Todos temos no ambiente de trabalho um ou outro colega com um feitio mais difícil de lidar, podendo mesmo chegar a ser bastante problemático.
Uns falam demasiado e nunca ouvem, espalham boatos, outros têm de ter sempre a última palavra, ou criticam tudo o que não foram eles a fazer. Há vários géneros e tipos.
Ficam aqui 10 dicas para ajudar a lidar com esses colegas.
1. Conheça-se a si mesmo. Quanto melhor se conhecer, menos provável é que reaja mal às situações com os seus colegas de trabalho de feitio “especial”. Este é talvez o ponto mais importante. Conheça os seus limites, os seus níveis de tolerância.
2. Identifique as pessoas problemáticas. Sabendo quem são e como são, mais facilmente se pode antecipar aos problemas que vão sendo criados por elas.
3. Sorria amigavelmente. Um sorriso e simpatia poderão fazer milagres com os seus colegas “difíceis”.
4. Descubra se outros colegas estão com problemas semelhantes com os “problemáticos. Se você for o único a ter um problema com essa pessoa, o problema poderá estar em ambos. Analise bem a situação. Descubra onde está o problema antes de querer tomar atitudes mais drásticas.
5. Não deixe os problemas piorarem. Não deixe chegar a um tal ponto em que perde a racionalidade e age apenas com a emoção. Poderá perder a razão toda que tinha.
6. Comunique. Por vezes uma conversa pode resolver muitos problemas e, principalmente, mal-entendidos. Esteja calmo, se optar por conversar com o seu colega nunca o faça de “cabeça quente”.
7. Respeito. Respeite os seus colegas “difíceis” e o seu direito de serem diferentes, mesmo que não goste deles. Eventualmente o respeito será retribuído.
8. Mantenha-se profissional. Este ponto é bastante importante. Se mantiver sempre o seu profissionalismo intacto, dificilmente alguém arranjará argumentos contra si. E ficará ainda de consciência tranquila.
9. Não se vitimize. Vitimizar-se e sentir-se mal devido ao tratamento que o seu colega “difícil” lhe dá apenas agravará o problema e o seu estado emocional. Começará a sentir-se cada vez pior e mais vítima, culpabilizando a outra pessoa por tudo. Reaja e responsabilize-se pela forma como se sente.
10. Volte as costas. Em alguns casos, a melhor solução é voltar as costas e ir-se embora, em vez de ficar a discutir e a piorar a situação.
09/08/2011
Inveja 3
Falta de amigos - A falta de amigos faz pensar em inveja ou presunção. Há pessoas que devem seus amigos à feliz circunstância de não ter motivo para a inveja
Inveja 02
Quem afirma que não é feliz, poderia sê-lo com a felicidade do próximo, se a inveja lhe não tirasse esse último recurso
"""Caralho""""""
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas (navios antigos, usados nos descobrimentos) e de onde os vigias perscrutavam o horizonte em busca de sinais de terra ou de algum navio pirata.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto dos mastros), é onde se manifesta com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a Bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas, e até dias inteiros, no CARALHO e quando descia, ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias.
Daí vem a célebre expressão: "MANDAR PARA O CARALHO".
CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Quantas vezes, ao apreciar uma coisa que é boa ou que te agrade, não exclamaram: isto... "É DO CARALHO"!
Se te aborreceres com alguém, vais mandá-lo para o CARALHO, certamente!
Se algo não te interessa, não vais querer "NEM POR UM CARALHO".
Mas, se esse algo te interessa muito, então vais dizer..."É DO CARALHO".
Também são muito comuns as expressões:
Essa... "É BOA PRA CARALHO".
Esse cara... "É DO CARALHO".
Esse lugar... "É LONGE PRA CARALHO".
IIIHH CUM CARALHO
E não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar, sem se juntar um CARALHO a qualquer expressão.
Se um comerciante se sente deprimido pela má situação actual de seu negócio, exclama, quase sempre assim:
"ESTAMOS A IR PRÓ CARALHO"!
Quando se encontra alguém que há muito tempo não se vê, pergunta-se: "ONDE CARALHO TE METESTE"? (aqui, CARALHO é usado como vírgula).
É por isso que estou a enviar esta saudação do CARALHO, e se não és do CARALHO, espero que este texto te agrade pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer CARALHO, ou mandar alguém para o CARALHO, com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
Que tenhas um dia muito feliz... do CARALHO!!!
Esta não lembra ao CARALHO!
Mesmo assim, custa aceitar! "Com Caralho!!!
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto dos mastros), é onde se manifesta com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a Bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas, e até dias inteiros, no CARALHO e quando descia, ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias.
Daí vem a célebre expressão: "MANDAR PARA O CARALHO".
CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Quantas vezes, ao apreciar uma coisa que é boa ou que te agrade, não exclamaram: isto... "É DO CARALHO"!
Se te aborreceres com alguém, vais mandá-lo para o CARALHO, certamente!
Se algo não te interessa, não vais querer "NEM POR UM CARALHO".
Mas, se esse algo te interessa muito, então vais dizer..."É DO CARALHO".
Também são muito comuns as expressões:
Essa... "É BOA PRA CARALHO".
Esse cara... "É DO CARALHO".
Esse lugar... "É LONGE PRA CARALHO".
IIIHH CUM CARALHO
E não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar, sem se juntar um CARALHO a qualquer expressão.
Se um comerciante se sente deprimido pela má situação actual de seu negócio, exclama, quase sempre assim:
"ESTAMOS A IR PRÓ CARALHO"!
Quando se encontra alguém que há muito tempo não se vê, pergunta-se: "ONDE CARALHO TE METESTE"? (aqui, CARALHO é usado como vírgula).
É por isso que estou a enviar esta saudação do CARALHO, e se não és do CARALHO, espero que este texto te agrade pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer CARALHO, ou mandar alguém para o CARALHO, com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
Que tenhas um dia muito feliz... do CARALHO!!!
Esta não lembra ao CARALHO!
Mesmo assim, custa aceitar! "Com Caralho!!!
05/08/2011
O Padre Costa de Trancoso
O Padre Costa de Trancoso
Em finais de Março de 2011 foi a Trancoso visitar um familiar que não via á algum tempo.
Este levou-me a um café para beber umas cervejas e aproveitou para explicar-me um pouco a história da cidade.
Nesse café já dentro das muralhas da cidade havia umas camisolas a vender, que tem uma imagem de um Sr. de idade com os seguintes dizeres PADRE COSTA DE TRANCOSO, dirigiu-se ao balcão e comprou uma camisola que ofereceu ao meu filho.
Pois é e a historia começa na camisola.
Fiquei deveras intrigado com o que o meu grande amigo me estava a contar sobre o Padre Costa, e resolvi bisbilhotar um pouco na Net a história, aqui vai, é deveras hilariante a Historia deste Padre.
O Padre Costa de Trancoso, livro da autoria do escritor e investigador Santos Costa.
Trancoso é cidade apenas desde Dezembro de 2004, mas as suas muralhas graníticas escondem inúmeras lendas e histórias. Uma delas é a de um clérigo que viveu no século XV e terá gerado 299 filhos em 53 mulheres.
A obra mistura factos históricos com ficção, aludindo à figura do padre Francisco Costa, personalidade emblemática do burgo onde, em 1288, D. Dinis celebrou o seu casamento com D. Isabel de Aragão – depois de o ter feito por procuração em Barcelona – e que tem sido alvo de zombaria ao longo dos tempos.
O Crime.
De acordo com o autor, uma lenda antiga remete para aquela personagem, que terá vivido no reinado de D. João II (1481-1495) e tido quase três centenas de filhos – 214 do sexo masculino e 85 feminino –, gerados em mais de 50 mulheres, muitas das quais suas familiares directas.
Santos Costa conta que, segundo a lenda, o sacerdote terá dormido com 29 afilhadas, que deram à luz 97 raparigas e 37 rapazes, e não poupou nove comadres, a quem arranjou 38 machos e 18 fêmeas.
Acrescenta ainda que os relatos existentes referem ter feito, entre outras proezas, 29 filhos e cinco filhas a sete amas, somando ao extenso rol mais 28 descendentes (21 homens e sete mulheres) de duas pobres escravas.
A pujança e as aventuras libidinosas terão incluído igualmente uma tia, de quem teve três rebentos, e nem a própria mãe lhe escapou, imagine-se, chocadeira de duas crianças - irmãs de seu próprio pai.
A condenação
Reza o mito que o prior terá sido julgado em 1487, com 62 anos, e condenado a ser "degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou" (a cópia da sentença encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
A Absolvição (ainda mais hilariante).
No entanto, apesar da violenta condenação, conta-se que D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos 17 dias do mês de Março do mesmo ano, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta.
Mais do que os singulares feitos do padre, (que deveria ser considerado Herói Nacional) elogio a capacidade parideira daquelas mulheres. Feitas as contas, passados seis séculos duvido que haja alguma pessoa naquela terra que não seja familiar uma da outra.
Amigo deves ser a pessoa que conheço com a maior família a nível mundial.
Em finais de Março de 2011 foi a Trancoso visitar um familiar que não via á algum tempo.
Este levou-me a um café para beber umas cervejas e aproveitou para explicar-me um pouco a história da cidade.
Nesse café já dentro das muralhas da cidade havia umas camisolas a vender, que tem uma imagem de um Sr. de idade com os seguintes dizeres PADRE COSTA DE TRANCOSO, dirigiu-se ao balcão e comprou uma camisola que ofereceu ao meu filho.
Pois é e a historia começa na camisola.
Fiquei deveras intrigado com o que o meu grande amigo me estava a contar sobre o Padre Costa, e resolvi bisbilhotar um pouco na Net a história, aqui vai, é deveras hilariante a Historia deste Padre.
O Padre Costa de Trancoso, livro da autoria do escritor e investigador Santos Costa.
Trancoso é cidade apenas desde Dezembro de 2004, mas as suas muralhas graníticas escondem inúmeras lendas e histórias. Uma delas é a de um clérigo que viveu no século XV e terá gerado 299 filhos em 53 mulheres.
A obra mistura factos históricos com ficção, aludindo à figura do padre Francisco Costa, personalidade emblemática do burgo onde, em 1288, D. Dinis celebrou o seu casamento com D. Isabel de Aragão – depois de o ter feito por procuração em Barcelona – e que tem sido alvo de zombaria ao longo dos tempos.
O Crime.
De acordo com o autor, uma lenda antiga remete para aquela personagem, que terá vivido no reinado de D. João II (1481-1495) e tido quase três centenas de filhos – 214 do sexo masculino e 85 feminino –, gerados em mais de 50 mulheres, muitas das quais suas familiares directas.
Santos Costa conta que, segundo a lenda, o sacerdote terá dormido com 29 afilhadas, que deram à luz 97 raparigas e 37 rapazes, e não poupou nove comadres, a quem arranjou 38 machos e 18 fêmeas.
Acrescenta ainda que os relatos existentes referem ter feito, entre outras proezas, 29 filhos e cinco filhas a sete amas, somando ao extenso rol mais 28 descendentes (21 homens e sete mulheres) de duas pobres escravas.
A pujança e as aventuras libidinosas terão incluído igualmente uma tia, de quem teve três rebentos, e nem a própria mãe lhe escapou, imagine-se, chocadeira de duas crianças - irmãs de seu próprio pai.
A condenação
Reza o mito que o prior terá sido julgado em 1487, com 62 anos, e condenado a ser "degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou" (a cópia da sentença encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
A Absolvição (ainda mais hilariante).
No entanto, apesar da violenta condenação, conta-se que D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos 17 dias do mês de Março do mesmo ano, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta.
Mais do que os singulares feitos do padre, (que deveria ser considerado Herói Nacional) elogio a capacidade parideira daquelas mulheres. Feitas as contas, passados seis séculos duvido que haja alguma pessoa naquela terra que não seja familiar uma da outra.
Amigo deves ser a pessoa que conheço com a maior família a nível mundial.
26/07/2011
Pessoas de Merda
Pessoas de Merda:
Amigos de merda deste não preciso.
Aqueles que nas nossas costas falam mal, tentam lixar-nos, traíram a nossa confiança, no fundo são falsos.
Bela merda de amigos.
Pensava ter alguns amigos com quem contar nos momentos difíceis, uma vez que era conhecido por muitos e os considerava como amigos e vice-versa.
Enganei-me, estava errado, quando precisei preferiram todos acreditar noutras pessoas, fingirem não me conhecer ou ajudarem a foder-me a vida pois é foder-me a vida, é mesmo isso.
Então resolvi ser selectivo e por á prova a as pessoas “”””Amigas”””” e desse grupo ninguém me desiludiu, sempre ficaram comigo desde que os conheci, nunca de mim desconfiaram e em mim sempre confiaram, tanto que a confiança que neles tenho é a mesma que têm por mim, ontem e hoje, estiveram, estão e estarão sempre comigo.
Mesmo fingindo que não continuam a ajudar-me, fazem-no seja nas minhas costas ou com o meu conhecimento mas nunca me abandonaram e o que não fizeram por mim foi porque não puderam.
Não preciso de por ou dar nomes a essas pessoas, sabem, quem são, simplesmente quero, agradecer por serem os amigos e as pessoas que são.
Mas aos falsos amigos também quero deixar uma palavra de agradecimento.
Vão se foder.
Obrigado a todos aqueles AMIGOS que nunca me abandonara.
Amigos de merda deste não preciso.
Aqueles que nas nossas costas falam mal, tentam lixar-nos, traíram a nossa confiança, no fundo são falsos.
Bela merda de amigos.
Pensava ter alguns amigos com quem contar nos momentos difíceis, uma vez que era conhecido por muitos e os considerava como amigos e vice-versa.
Enganei-me, estava errado, quando precisei preferiram todos acreditar noutras pessoas, fingirem não me conhecer ou ajudarem a foder-me a vida pois é foder-me a vida, é mesmo isso.
Então resolvi ser selectivo e por á prova a as pessoas “”””Amigas”””” e desse grupo ninguém me desiludiu, sempre ficaram comigo desde que os conheci, nunca de mim desconfiaram e em mim sempre confiaram, tanto que a confiança que neles tenho é a mesma que têm por mim, ontem e hoje, estiveram, estão e estarão sempre comigo.
Mesmo fingindo que não continuam a ajudar-me, fazem-no seja nas minhas costas ou com o meu conhecimento mas nunca me abandonaram e o que não fizeram por mim foi porque não puderam.
Não preciso de por ou dar nomes a essas pessoas, sabem, quem são, simplesmente quero, agradecer por serem os amigos e as pessoas que são.
Mas aos falsos amigos também quero deixar uma palavra de agradecimento.
Vão se foder.
Obrigado a todos aqueles AMIGOS que nunca me abandonara.
11/08/2010
Criticas VS Dicas VS Avaliações
• Criticas de Trabalho
Nesta época do ano muitos trabalhadores de diversas actividades estão a passar por uma situação comum: Avaliação de desempenho.
Os últimos meses do ano são períodos de avaliação de desempenho e definição de metas para o próximo ano.
É a hora de reflectir sobre as outras pessoas e sobre nós próprios, para que possamos dar o famoso feedback, ou seja, o retorno sobre como cada um está actuando. O problema é que nem sempre ouvir críticas é fácil – claro, somos todos humanos –, mas ficam aqui algumas dicas para transformar problemas em oportunidades e seguir um passo rumo à realização dos seus objectivos profissionais.
• Detalhes:
Qualquer comentário a respeito do desempenho deve ser encarado de modo positivo por quem o recebe. Qualquer crítica ou observação, deve ser ouvido como uma oportunidade de melhoria pessoal. Recomenda-se que o funcionário aproveite para pedir esclarecimentos sobre as tarefas que não foram cumpridas adequadamente. “É de praxe que a avaliação seja acompanhada de explicação a fim de que o desempenho possa sempre ser melhorado. Ao escutarmos qualquer observação negativa a respeito do nosso trabalho, independentemente da verificação anual, devemos pedir que o caso seja detalhado, para que possamos rever e melhorar o comportamento”,
• Respeito:
As críticas devem ser recebidas de maneira respeitosa, ainda que discorde delas. Devemos ouvir tudo com o devido respeito e atenção, procurando melhorar nos aspectos que foram assinalados. Mesmo que não goste, agradeça as observações de seu superior e diga que fará o possível para atendê-las. Saber reconhecer defeitos e erros é uma característica importante de um bom profissional” “Ignore se os comentários forem pejorativos. Diga, no máximo, que as críticas servem para um aperfeiçoamento e que se foi criticado é porque prestam atenção em seu trabalho e querem ver seu progresso”
• Foco na função e não na pessoa:
Quem está em uma posição de chefia deve optar por uma avaliação em tom de conversa, focando as observações no trabalho realizado pelos subordinados e não na personalidade. Além de evitar os comentários mais duros. “É preciso saber criticar sem ferir a auto-estima do outro. Não se critica a pessoa, mas sim a tarefa. A crítica positiva não humilha e nem faz com que a pessoa se sinta ofendida. O objectivo é motivar o outro a trabalhar mais e melhor”,
• Elogiar e apontar soluções:
Outras duas dicas são elogiar antes de avaliar e apontar soluções: “Usar palavras amáveis ou fazer um elogio cria um cenário amigável, mostrando para a pessoa que não queremos atacar seu ego. E quando se mostra para alguém o que fez de errado, devemos, no mesmo momento, explicar a forma correcta de realizar a tarefa”.
• Avaliando o chefe:
Já se for pedido que avalie o seu superior ou a empresa, seja honesto e procure contribuir com ideias que agreguem o tragam valor acrescentado aos projectos da empresa “O que se espera é honestidade nas respostas. O funcionário deve falar o que pensa, obviamente com educação e palavras adequadas. Diga, por exemplo: ‘Concordo com a política tal, e ela melhoraria se ainda houvesse a atitude x’. Procure acrescentar algo. Não critique se não puder dar alguma solução”,
Se o que você quer é conversar sobre a maneira de chefiar de seu superior, uma saída é mostrar o que ele ganha com a mudança de comportamento. “Podemos sinalizar que, assim, ele será mais prestigiado pelo seus superiores, desenvolvendo aptidões de líder, ou que haverá possibilidades de promoção. Enfim, o feedback deverá sempre mostrar que o objectivo é fortalecer a marca dessa pessoa”
Antes de tudo, é preciso reconhecer o momento certo para tratar do assunto. “É necessário sensibilidade para perceber quando é possível fazer críticas, lembrando ainda que se deve estar preparado para recebê-las
Nesta época do ano muitos trabalhadores de diversas actividades estão a passar por uma situação comum: Avaliação de desempenho.
Os últimos meses do ano são períodos de avaliação de desempenho e definição de metas para o próximo ano.
É a hora de reflectir sobre as outras pessoas e sobre nós próprios, para que possamos dar o famoso feedback, ou seja, o retorno sobre como cada um está actuando. O problema é que nem sempre ouvir críticas é fácil – claro, somos todos humanos –, mas ficam aqui algumas dicas para transformar problemas em oportunidades e seguir um passo rumo à realização dos seus objectivos profissionais.
• Detalhes:
Qualquer comentário a respeito do desempenho deve ser encarado de modo positivo por quem o recebe. Qualquer crítica ou observação, deve ser ouvido como uma oportunidade de melhoria pessoal. Recomenda-se que o funcionário aproveite para pedir esclarecimentos sobre as tarefas que não foram cumpridas adequadamente. “É de praxe que a avaliação seja acompanhada de explicação a fim de que o desempenho possa sempre ser melhorado. Ao escutarmos qualquer observação negativa a respeito do nosso trabalho, independentemente da verificação anual, devemos pedir que o caso seja detalhado, para que possamos rever e melhorar o comportamento”,
• Respeito:
As críticas devem ser recebidas de maneira respeitosa, ainda que discorde delas. Devemos ouvir tudo com o devido respeito e atenção, procurando melhorar nos aspectos que foram assinalados. Mesmo que não goste, agradeça as observações de seu superior e diga que fará o possível para atendê-las. Saber reconhecer defeitos e erros é uma característica importante de um bom profissional” “Ignore se os comentários forem pejorativos. Diga, no máximo, que as críticas servem para um aperfeiçoamento e que se foi criticado é porque prestam atenção em seu trabalho e querem ver seu progresso”
• Foco na função e não na pessoa:
Quem está em uma posição de chefia deve optar por uma avaliação em tom de conversa, focando as observações no trabalho realizado pelos subordinados e não na personalidade. Além de evitar os comentários mais duros. “É preciso saber criticar sem ferir a auto-estima do outro. Não se critica a pessoa, mas sim a tarefa. A crítica positiva não humilha e nem faz com que a pessoa se sinta ofendida. O objectivo é motivar o outro a trabalhar mais e melhor”,
• Elogiar e apontar soluções:
Outras duas dicas são elogiar antes de avaliar e apontar soluções: “Usar palavras amáveis ou fazer um elogio cria um cenário amigável, mostrando para a pessoa que não queremos atacar seu ego. E quando se mostra para alguém o que fez de errado, devemos, no mesmo momento, explicar a forma correcta de realizar a tarefa”.
• Avaliando o chefe:
Já se for pedido que avalie o seu superior ou a empresa, seja honesto e procure contribuir com ideias que agreguem o tragam valor acrescentado aos projectos da empresa “O que se espera é honestidade nas respostas. O funcionário deve falar o que pensa, obviamente com educação e palavras adequadas. Diga, por exemplo: ‘Concordo com a política tal, e ela melhoraria se ainda houvesse a atitude x’. Procure acrescentar algo. Não critique se não puder dar alguma solução”,
Se o que você quer é conversar sobre a maneira de chefiar de seu superior, uma saída é mostrar o que ele ganha com a mudança de comportamento. “Podemos sinalizar que, assim, ele será mais prestigiado pelo seus superiores, desenvolvendo aptidões de líder, ou que haverá possibilidades de promoção. Enfim, o feedback deverá sempre mostrar que o objectivo é fortalecer a marca dessa pessoa”
Antes de tudo, é preciso reconhecer o momento certo para tratar do assunto. “É necessário sensibilidade para perceber quando é possível fazer críticas, lembrando ainda que se deve estar preparado para recebê-las
27/07/2010
Há uma força motriz mais poderosa que o vapor
"Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade."
( Albert Einstein )
( Albert Einstein )
Um profissional
"Um profissional é aquele que faz o seu melhor trabalho quando menos vontade tem de fazê-lo."
( Frank Lloyd Wright )
( Frank Lloyd Wright )
Trabalho de qualidade
Nenhum trabalho de qualidade pode ser feito sem concentração e auto-sacrifício, esforço e dúvida."
( Max Beerbohm )
( Max Beerbohm )
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