Relatório Clínico.
Este relatório foi feito baseado em 23 anos de estudos e análises (ao sangue, electrocardiograma, taks, saldos de frota) etc.
E dedicado a todos os meus ilustres colegas de trabalho pelas dificultadas que todos temos vindo a passar “”juntos””.
Esquizofrenia.
Escolho esta palavra e já passo a explicar a razão.
Como todos sabem a esquizofrenia é uma doença do foro psicológico, sem cura e com imensos enigmas por desvendar.
A esquizofrenia é um distúrbio mental grave caracterizado pela perda do contacto com a realidade, alucinações, delírios, pensamento anormal e alteração do funcionamento laboral e social.
Ø Perde de contacto com a realidade (esta é a nossa realidade actual).
Ø Alucinações (todos os dia a inventar).
Ø Pensamento Anormal (vamos ter carros para aluguer).
Ø Alteração do funcionamento laboral e social (mais uma realidade nossa diária).
A esquizofrenia é um importante problema de saúde pública em todo o mundo sendo mais prevalente que a doença de Alzheimer, (estamos sempre a tremer) a diabetes (graves crise de falta de carros) ou a esclerose múltipla (acreditamos que vamos ter carros), afectando 100% das operações.
Diversos distúrbios compartilham as características da esquizofrenia mas os seus sintomas estão presentes no mínimo 04 meses, sendo denominados de distúrbios esquizofreniformes.
Quando os sintomas persistem por pelo menos um dia, mas duram menos de um mês, eles são denominados distúrbios psicóticos breves.
Um distúrbio caracterizado pela presença de sintomas da falta de carros, reservas para cancelar e aprovar, reservas abertas na net ou em on req juntam, juntamente com sintomas mais típicos de esquizofrenia é denominado distúrbio esquizoafectivo.
Um distúrbio deste gabarito só pode ter um nome esquizotípica.
Os transtornos esquizofrénicos caracterizam-se em geral por distorções fundamentais e características do pensamento e da percepção e por afectos inapropriados ou embotados. Usualmente tentamos e mantemos clara a consciência e a nossa capacidade intelectual, embora certos deficits cognitivos possam evoluir no curso do tempo.
Os fenómenos psicopatológicos mais importantes incluem o eco do pensamento, (vamos ter carros) a percepção delirante (temos carros, porra afinal não), ideias delirantes de controle (não vai haver falta de carros), de influência ou de passividade (está tudo controlado), vozes alucinatórias que comentam ou discutem com o paciente (operações) na terceira pessoa, transtornos do pensamento e sintomas negativos.
Colusão do Dr. AF
Estamos todos a sofre de um grave problema de Esquizofrenia.
“O progresso é uma palavra agradável mas é a mudança que o motiva e a mudança tem inimigos” "Nenhum trabalho de qualidade pode ser feito sem concentração e auto-sacrifício, esforço e dúvida."
09/08/2012
17/07/2012
Dedicado a meu filho Tiago Faria que faz 15 Anos no Dia 18-07-2012
Ser Pai é...
Ser pai é ser alguém,
Dar à vida continuidade,
Ser pai, tal como ser mãe,
É encontrar a felicidade!
Ser pai é ser aluno, contar, ler...
Ser professor, corrigir, explicar...
É ensinar sempre a aprender!
É aprender sempre a ensinar!
Ser pai é ser um ídolo, o maior,
Um super herói invencível!
O porto de abrigo acolhedor,
P'ra tempestade mais terrível!
Ser pai é aconselhar, chamar à razão
E ouvir respostas pouco formais,
É constatar como essa rebelião,
Aconteceu entre nós e nossos pais!
Ser pai é ser um espelho!
Um exemplo para admirar!
Ser pai não é ser velho,
É rejuvenescer e renovar.
Ser pai é semear uma flor,
Vê-la germinar e florir enfim,
Tratá-la com carinho e amor,
Ela é orgulho do nosso jardim!
Ser pai é pois na realidade,
Ser assim, um palerma babado!
Ser avô é pior, é verdade,
Mas ser pai é meio caminho andado
Ser Pai é...
Ser pai é ser alguém,
Dar à vida continuidade,
Ser pai, tal como ser mãe,
É encontrar a felicidade!
Ser pai é ser aluno, contar, ler...
Ser professor, corrigir, explicar...
É ensinar sempre a aprender!
É aprender sempre a ensinar!
Ser pai é ser um ídolo, o maior,
Um super herói invencível!
O porto de abrigo acolhedor,
P'ra tempestade mais terrível!
Ser pai é aconselhar, chamar à razão
E ouvir respostas pouco formais,
É constatar como essa rebelião,
Aconteceu entre nós e nossos pais!
Ser pai é ser um espelho!
Um exemplo para admirar!
Ser pai não é ser velho,
É rejuvenescer e renovar.
Ser pai é semear uma flor,
Vê-la germinar e florir enfim,
Tratá-la com carinho e amor,
Ela é orgulho do nosso jardim!
Ser pai é pois na realidade,
Ser assim, um palerma babado!
Ser avô é pior, é verdade,
Mas ser pai é meio caminho andado
15/02/2012
Mudar é possível.
Sentimos/Intuímos/Sabemos.
A necessidade de mudar afirma-se cada vez mais.
Talvez as dúvidas e o medo nos detenham.
Mas podemos mudar o nosso rumo.
Um rumo é uma mera orientação.
Não é um caminho único, nem fixo; não é para sempre.
Perante uma encruzilhada, a nossa escolha pode ser outra.
Poucas coisas na vida são tão permanentes como o céu e a terra.
Tudo o resto, incluindo todos os seres humanos, mudam.
O nosso rumo também.
Por isso é bom as vezes o desapego e não nos agarrarmos ao que é conhecido, seguro.
Convém deixar que a vida flua e se encaminhe para as mudanças.
Prestem atenção às indicações do caminho. É no movimento constante que reside a renovação, que ocorre na natureza, na mente e no espírito.
O caminho vai procurando o seu próprio sentido, as vezes de uma maneira harmoniosa,
outras aos tropeções.
E é precisamente quando se tropeça...
Que chega a hora de ouvir a mensagem desse caminho:
É necessário seguir outro rumo.
Porquê tanto medo?
O caminho foi sempre desconhecido.
O que nos deixa inseguros é ter-mos de abandonar um percurso
Ao qual já estava-mos habituado.
Mas o hábito faz-nos perder o prazer da travessia e as oportunidades de percorrer outros caminhos.
Portanto, talvez encontremos.
Aquilo que, sem saber-mos ainda, procuramos e necessitamos.
Por isso, não devemos ter medos, não devemos fugir perante a mudança.
Não devemos manter uma posição ou um rumo que já não te leva a parte alguma.
Temos de ser flexíveis, e adaptar-nos às circunstâncias, embora no princípio nos custe entender...
As mudanças são sempre para melhor, e ajudam a evoluir para um nível superior.
Lentas ou vertiginosas, pacíficas ou violentas, desejadas ou não, as mudanças promovem o progresso.
Não te deixam estagnar.
Dão-nos oportunidades na vida.
A quietude e a rotina, pelo contrário, são sinónimas de estagnação.
Por isso temos de começa a mudar.
A mudança é um acto de fé.
A mudança nasce da luta entre o velho e o novo.
Todas as mudanças respondem as forças superiores.
Por isso não há motivo para arrependimentos.
A necessidade de mudar afirma-se cada vez mais.
Talvez as dúvidas e o medo nos detenham.
Mas podemos mudar o nosso rumo.
Um rumo é uma mera orientação.
Não é um caminho único, nem fixo; não é para sempre.
Perante uma encruzilhada, a nossa escolha pode ser outra.
Poucas coisas na vida são tão permanentes como o céu e a terra.
Tudo o resto, incluindo todos os seres humanos, mudam.
O nosso rumo também.
Por isso é bom as vezes o desapego e não nos agarrarmos ao que é conhecido, seguro.
Convém deixar que a vida flua e se encaminhe para as mudanças.
Prestem atenção às indicações do caminho. É no movimento constante que reside a renovação, que ocorre na natureza, na mente e no espírito.
O caminho vai procurando o seu próprio sentido, as vezes de uma maneira harmoniosa,
outras aos tropeções.
E é precisamente quando se tropeça...
Que chega a hora de ouvir a mensagem desse caminho:
É necessário seguir outro rumo.
Porquê tanto medo?
O caminho foi sempre desconhecido.
O que nos deixa inseguros é ter-mos de abandonar um percurso
Ao qual já estava-mos habituado.
Mas o hábito faz-nos perder o prazer da travessia e as oportunidades de percorrer outros caminhos.
Portanto, talvez encontremos.
Aquilo que, sem saber-mos ainda, procuramos e necessitamos.
Por isso, não devemos ter medos, não devemos fugir perante a mudança.
Não devemos manter uma posição ou um rumo que já não te leva a parte alguma.
Temos de ser flexíveis, e adaptar-nos às circunstâncias, embora no princípio nos custe entender...
As mudanças são sempre para melhor, e ajudam a evoluir para um nível superior.
Lentas ou vertiginosas, pacíficas ou violentas, desejadas ou não, as mudanças promovem o progresso.
Não te deixam estagnar.
Dão-nos oportunidades na vida.
A quietude e a rotina, pelo contrário, são sinónimas de estagnação.
Por isso temos de começa a mudar.
A mudança é um acto de fé.
A mudança nasce da luta entre o velho e o novo.
Todas as mudanças respondem as forças superiores.
Por isso não há motivo para arrependimentos.
04/10/2011
A CAGADELA...
Quem já teve uma dor de barriga, sabe como é... esta é uma simples história que poderia ter acontecido contigo...
Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma cagadela não aliviasse. Mas, atrasado para ir trabalhar do outro lado da cidade, de onde deveria estar as 09h00, resolvi segurar as pontas, afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem.
Ao chegar lá, tenho tempo de sobra para dar uma cagadela tranquilo. Entrei no carro, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no W.C. do aeroporto.
Subtilmente , senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda. O carro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo radio:
- Transito lento no Túnel do Grilo , devido ao muito trânsito, a minha viagem até ao aeroporto levará cerca de 1 hora.
Aí o cagalhão ficou maluco e tentou sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda. Suava em bica. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho com uma sanita, tão branca e tão limpa que daria para almoçar nela! E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e... Oops!
Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do carro e percebi consternado que me havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra! Daria até para a expor no CCB! Mas, sem dúvida, não neste caso.
Que se lixe, limpo-me no aeroporto, - pensei - pior do que estou não fico. Mal o carro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na banco, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna.
Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés. Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar... afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado??
Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez. Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas, era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei para que a WC estivesse vago, corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cima e blasfemei:
- Agora chega, Pá!!
Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. As minhas cuecas, mandei-as para o lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis, assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para ir a casa mudar de roupa . Sai do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao carro trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e uma camisa no mesmo estado. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Quem é que nunca teve uma cagadela…..!!!!!!
Quem já teve uma dor de barriga, sabe como é... esta é uma simples história que poderia ter acontecido contigo...
Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma cagadela não aliviasse. Mas, atrasado para ir trabalhar do outro lado da cidade, de onde deveria estar as 09h00, resolvi segurar as pontas, afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem.
Ao chegar lá, tenho tempo de sobra para dar uma cagadela tranquilo. Entrei no carro, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no W.C. do aeroporto.
Subtilmente , senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda. O carro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo radio:
- Transito lento no Túnel do Grilo , devido ao muito trânsito, a minha viagem até ao aeroporto levará cerca de 1 hora.
Aí o cagalhão ficou maluco e tentou sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda. Suava em bica. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho com uma sanita, tão branca e tão limpa que daria para almoçar nela! E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e... Oops!
Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do carro e percebi consternado que me havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra! Daria até para a expor no CCB! Mas, sem dúvida, não neste caso.
Que se lixe, limpo-me no aeroporto, - pensei - pior do que estou não fico. Mal o carro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na banco, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna.
Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés. Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar... afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado??
Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez. Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas, era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei para que a WC estivesse vago, corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cima e blasfemei:
- Agora chega, Pá!!
Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. As minhas cuecas, mandei-as para o lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis, assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para ir a casa mudar de roupa . Sai do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao carro trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e uma camisa no mesmo estado. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Quem é que nunca teve uma cagadela…..!!!!!!
12/08/2011
Vitórias
"O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas."
( José Saramago )
( José Saramago )
Tática
"Tática é saber o que fazer quando existe algo a ser feito. Estratégia é saber o que fazer quando não há nada a fazer."
( Savielly Tartakover )
( Savielly Tartakover )
Momentos de crise
"Em momentos de crise, a imaginação é mais importante que o conhecimento."
Albert Einstein
Albert Einstein
10/08/2011
10 Dicas para lidar com colegas de trabalho difíceis
10 Dicas para lidar com colegas de trabalho difíceis.
Todos temos no ambiente de trabalho um ou outro colega com um feitio mais difícil de lidar, podendo mesmo chegar a ser bastante problemático.
Uns falam demasiado e nunca ouvem, espalham boatos, outros têm de ter sempre a última palavra, ou criticam tudo o que não foram eles a fazer. Há vários géneros e tipos.
Ficam aqui 10 dicas para ajudar a lidar com esses colegas.
1. Conheça-se a si mesmo. Quanto melhor se conhecer, menos provável é que reaja mal às situações com os seus colegas de trabalho de feitio “especial”. Este é talvez o ponto mais importante. Conheça os seus limites, os seus níveis de tolerância.
2. Identifique as pessoas problemáticas. Sabendo quem são e como são, mais facilmente se pode antecipar aos problemas que vão sendo criados por elas.
3. Sorria amigavelmente. Um sorriso e simpatia poderão fazer milagres com os seus colegas “difíceis”.
4. Descubra se outros colegas estão com problemas semelhantes com os “problemáticos. Se você for o único a ter um problema com essa pessoa, o problema poderá estar em ambos. Analise bem a situação. Descubra onde está o problema antes de querer tomar atitudes mais drásticas.
5. Não deixe os problemas piorarem. Não deixe chegar a um tal ponto em que perde a racionalidade e age apenas com a emoção. Poderá perder a razão toda que tinha.
6. Comunique. Por vezes uma conversa pode resolver muitos problemas e, principalmente, mal-entendidos. Esteja calmo, se optar por conversar com o seu colega nunca o faça de “cabeça quente”.
7. Respeito. Respeite os seus colegas “difíceis” e o seu direito de serem diferentes, mesmo que não goste deles. Eventualmente o respeito será retribuído.
8. Mantenha-se profissional. Este ponto é bastante importante. Se mantiver sempre o seu profissionalismo intacto, dificilmente alguém arranjará argumentos contra si. E ficará ainda de consciência tranquila.
9. Não se vitimize. Vitimizar-se e sentir-se mal devido ao tratamento que o seu colega “difícil” lhe dá apenas agravará o problema e o seu estado emocional. Começará a sentir-se cada vez pior e mais vítima, culpabilizando a outra pessoa por tudo. Reaja e responsabilize-se pela forma como se sente.
10. Volte as costas. Em alguns casos, a melhor solução é voltar as costas e ir-se embora, em vez de ficar a discutir e a piorar a situação.
Todos temos no ambiente de trabalho um ou outro colega com um feitio mais difícil de lidar, podendo mesmo chegar a ser bastante problemático.
Uns falam demasiado e nunca ouvem, espalham boatos, outros têm de ter sempre a última palavra, ou criticam tudo o que não foram eles a fazer. Há vários géneros e tipos.
Ficam aqui 10 dicas para ajudar a lidar com esses colegas.
1. Conheça-se a si mesmo. Quanto melhor se conhecer, menos provável é que reaja mal às situações com os seus colegas de trabalho de feitio “especial”. Este é talvez o ponto mais importante. Conheça os seus limites, os seus níveis de tolerância.
2. Identifique as pessoas problemáticas. Sabendo quem são e como são, mais facilmente se pode antecipar aos problemas que vão sendo criados por elas.
3. Sorria amigavelmente. Um sorriso e simpatia poderão fazer milagres com os seus colegas “difíceis”.
4. Descubra se outros colegas estão com problemas semelhantes com os “problemáticos. Se você for o único a ter um problema com essa pessoa, o problema poderá estar em ambos. Analise bem a situação. Descubra onde está o problema antes de querer tomar atitudes mais drásticas.
5. Não deixe os problemas piorarem. Não deixe chegar a um tal ponto em que perde a racionalidade e age apenas com a emoção. Poderá perder a razão toda que tinha.
6. Comunique. Por vezes uma conversa pode resolver muitos problemas e, principalmente, mal-entendidos. Esteja calmo, se optar por conversar com o seu colega nunca o faça de “cabeça quente”.
7. Respeito. Respeite os seus colegas “difíceis” e o seu direito de serem diferentes, mesmo que não goste deles. Eventualmente o respeito será retribuído.
8. Mantenha-se profissional. Este ponto é bastante importante. Se mantiver sempre o seu profissionalismo intacto, dificilmente alguém arranjará argumentos contra si. E ficará ainda de consciência tranquila.
9. Não se vitimize. Vitimizar-se e sentir-se mal devido ao tratamento que o seu colega “difícil” lhe dá apenas agravará o problema e o seu estado emocional. Começará a sentir-se cada vez pior e mais vítima, culpabilizando a outra pessoa por tudo. Reaja e responsabilize-se pela forma como se sente.
10. Volte as costas. Em alguns casos, a melhor solução é voltar as costas e ir-se embora, em vez de ficar a discutir e a piorar a situação.
09/08/2011
Inveja 3
Falta de amigos - A falta de amigos faz pensar em inveja ou presunção. Há pessoas que devem seus amigos à feliz circunstância de não ter motivo para a inveja
Inveja 02
Quem afirma que não é feliz, poderia sê-lo com a felicidade do próximo, se a inveja lhe não tirasse esse último recurso
"""Caralho""""""
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas (navios antigos, usados nos descobrimentos) e de onde os vigias perscrutavam o horizonte em busca de sinais de terra ou de algum navio pirata.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto dos mastros), é onde se manifesta com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a Bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas, e até dias inteiros, no CARALHO e quando descia, ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias.
Daí vem a célebre expressão: "MANDAR PARA O CARALHO".
CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Quantas vezes, ao apreciar uma coisa que é boa ou que te agrade, não exclamaram: isto... "É DO CARALHO"!
Se te aborreceres com alguém, vais mandá-lo para o CARALHO, certamente!
Se algo não te interessa, não vais querer "NEM POR UM CARALHO".
Mas, se esse algo te interessa muito, então vais dizer..."É DO CARALHO".
Também são muito comuns as expressões:
Essa... "É BOA PRA CARALHO".
Esse cara... "É DO CARALHO".
Esse lugar... "É LONGE PRA CARALHO".
IIIHH CUM CARALHO
E não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar, sem se juntar um CARALHO a qualquer expressão.
Se um comerciante se sente deprimido pela má situação actual de seu negócio, exclama, quase sempre assim:
"ESTAMOS A IR PRÓ CARALHO"!
Quando se encontra alguém que há muito tempo não se vê, pergunta-se: "ONDE CARALHO TE METESTE"? (aqui, CARALHO é usado como vírgula).
É por isso que estou a enviar esta saudação do CARALHO, e se não és do CARALHO, espero que este texto te agrade pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer CARALHO, ou mandar alguém para o CARALHO, com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
Que tenhas um dia muito feliz... do CARALHO!!!
Esta não lembra ao CARALHO!
Mesmo assim, custa aceitar! "Com Caralho!!!
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto dos mastros), é onde se manifesta com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a Bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas, e até dias inteiros, no CARALHO e quando descia, ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias.
Daí vem a célebre expressão: "MANDAR PARA O CARALHO".
CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Quantas vezes, ao apreciar uma coisa que é boa ou que te agrade, não exclamaram: isto... "É DO CARALHO"!
Se te aborreceres com alguém, vais mandá-lo para o CARALHO, certamente!
Se algo não te interessa, não vais querer "NEM POR UM CARALHO".
Mas, se esse algo te interessa muito, então vais dizer..."É DO CARALHO".
Também são muito comuns as expressões:
Essa... "É BOA PRA CARALHO".
Esse cara... "É DO CARALHO".
Esse lugar... "É LONGE PRA CARALHO".
IIIHH CUM CARALHO
E não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar, sem se juntar um CARALHO a qualquer expressão.
Se um comerciante se sente deprimido pela má situação actual de seu negócio, exclama, quase sempre assim:
"ESTAMOS A IR PRÓ CARALHO"!
Quando se encontra alguém que há muito tempo não se vê, pergunta-se: "ONDE CARALHO TE METESTE"? (aqui, CARALHO é usado como vírgula).
É por isso que estou a enviar esta saudação do CARALHO, e se não és do CARALHO, espero que este texto te agrade pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer CARALHO, ou mandar alguém para o CARALHO, com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
Que tenhas um dia muito feliz... do CARALHO!!!
Esta não lembra ao CARALHO!
Mesmo assim, custa aceitar! "Com Caralho!!!
05/08/2011
O Padre Costa de Trancoso
O Padre Costa de Trancoso
Em finais de Março de 2011 foi a Trancoso visitar um familiar que não via á algum tempo.
Este levou-me a um café para beber umas cervejas e aproveitou para explicar-me um pouco a história da cidade.
Nesse café já dentro das muralhas da cidade havia umas camisolas a vender, que tem uma imagem de um Sr. de idade com os seguintes dizeres PADRE COSTA DE TRANCOSO, dirigiu-se ao balcão e comprou uma camisola que ofereceu ao meu filho.
Pois é e a historia começa na camisola.
Fiquei deveras intrigado com o que o meu grande amigo me estava a contar sobre o Padre Costa, e resolvi bisbilhotar um pouco na Net a história, aqui vai, é deveras hilariante a Historia deste Padre.
O Padre Costa de Trancoso, livro da autoria do escritor e investigador Santos Costa.
Trancoso é cidade apenas desde Dezembro de 2004, mas as suas muralhas graníticas escondem inúmeras lendas e histórias. Uma delas é a de um clérigo que viveu no século XV e terá gerado 299 filhos em 53 mulheres.
A obra mistura factos históricos com ficção, aludindo à figura do padre Francisco Costa, personalidade emblemática do burgo onde, em 1288, D. Dinis celebrou o seu casamento com D. Isabel de Aragão – depois de o ter feito por procuração em Barcelona – e que tem sido alvo de zombaria ao longo dos tempos.
O Crime.
De acordo com o autor, uma lenda antiga remete para aquela personagem, que terá vivido no reinado de D. João II (1481-1495) e tido quase três centenas de filhos – 214 do sexo masculino e 85 feminino –, gerados em mais de 50 mulheres, muitas das quais suas familiares directas.
Santos Costa conta que, segundo a lenda, o sacerdote terá dormido com 29 afilhadas, que deram à luz 97 raparigas e 37 rapazes, e não poupou nove comadres, a quem arranjou 38 machos e 18 fêmeas.
Acrescenta ainda que os relatos existentes referem ter feito, entre outras proezas, 29 filhos e cinco filhas a sete amas, somando ao extenso rol mais 28 descendentes (21 homens e sete mulheres) de duas pobres escravas.
A pujança e as aventuras libidinosas terão incluído igualmente uma tia, de quem teve três rebentos, e nem a própria mãe lhe escapou, imagine-se, chocadeira de duas crianças - irmãs de seu próprio pai.
A condenação
Reza o mito que o prior terá sido julgado em 1487, com 62 anos, e condenado a ser "degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou" (a cópia da sentença encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
A Absolvição (ainda mais hilariante).
No entanto, apesar da violenta condenação, conta-se que D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos 17 dias do mês de Março do mesmo ano, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta.
Mais do que os singulares feitos do padre, (que deveria ser considerado Herói Nacional) elogio a capacidade parideira daquelas mulheres. Feitas as contas, passados seis séculos duvido que haja alguma pessoa naquela terra que não seja familiar uma da outra.
Amigo deves ser a pessoa que conheço com a maior família a nível mundial.
Em finais de Março de 2011 foi a Trancoso visitar um familiar que não via á algum tempo.
Este levou-me a um café para beber umas cervejas e aproveitou para explicar-me um pouco a história da cidade.
Nesse café já dentro das muralhas da cidade havia umas camisolas a vender, que tem uma imagem de um Sr. de idade com os seguintes dizeres PADRE COSTA DE TRANCOSO, dirigiu-se ao balcão e comprou uma camisola que ofereceu ao meu filho.
Pois é e a historia começa na camisola.
Fiquei deveras intrigado com o que o meu grande amigo me estava a contar sobre o Padre Costa, e resolvi bisbilhotar um pouco na Net a história, aqui vai, é deveras hilariante a Historia deste Padre.
O Padre Costa de Trancoso, livro da autoria do escritor e investigador Santos Costa.
Trancoso é cidade apenas desde Dezembro de 2004, mas as suas muralhas graníticas escondem inúmeras lendas e histórias. Uma delas é a de um clérigo que viveu no século XV e terá gerado 299 filhos em 53 mulheres.
A obra mistura factos históricos com ficção, aludindo à figura do padre Francisco Costa, personalidade emblemática do burgo onde, em 1288, D. Dinis celebrou o seu casamento com D. Isabel de Aragão – depois de o ter feito por procuração em Barcelona – e que tem sido alvo de zombaria ao longo dos tempos.
O Crime.
De acordo com o autor, uma lenda antiga remete para aquela personagem, que terá vivido no reinado de D. João II (1481-1495) e tido quase três centenas de filhos – 214 do sexo masculino e 85 feminino –, gerados em mais de 50 mulheres, muitas das quais suas familiares directas.
Santos Costa conta que, segundo a lenda, o sacerdote terá dormido com 29 afilhadas, que deram à luz 97 raparigas e 37 rapazes, e não poupou nove comadres, a quem arranjou 38 machos e 18 fêmeas.
Acrescenta ainda que os relatos existentes referem ter feito, entre outras proezas, 29 filhos e cinco filhas a sete amas, somando ao extenso rol mais 28 descendentes (21 homens e sete mulheres) de duas pobres escravas.
A pujança e as aventuras libidinosas terão incluído igualmente uma tia, de quem teve três rebentos, e nem a própria mãe lhe escapou, imagine-se, chocadeira de duas crianças - irmãs de seu próprio pai.
A condenação
Reza o mito que o prior terá sido julgado em 1487, com 62 anos, e condenado a ser "degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou" (a cópia da sentença encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
A Absolvição (ainda mais hilariante).
No entanto, apesar da violenta condenação, conta-se que D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos 17 dias do mês de Março do mesmo ano, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta.
Mais do que os singulares feitos do padre, (que deveria ser considerado Herói Nacional) elogio a capacidade parideira daquelas mulheres. Feitas as contas, passados seis séculos duvido que haja alguma pessoa naquela terra que não seja familiar uma da outra.
Amigo deves ser a pessoa que conheço com a maior família a nível mundial.
26/07/2011
Pessoas de Merda
Pessoas de Merda:
Amigos de merda deste não preciso.
Aqueles que nas nossas costas falam mal, tentam lixar-nos, traíram a nossa confiança, no fundo são falsos.
Bela merda de amigos.
Pensava ter alguns amigos com quem contar nos momentos difíceis, uma vez que era conhecido por muitos e os considerava como amigos e vice-versa.
Enganei-me, estava errado, quando precisei preferiram todos acreditar noutras pessoas, fingirem não me conhecer ou ajudarem a foder-me a vida pois é foder-me a vida, é mesmo isso.
Então resolvi ser selectivo e por á prova a as pessoas “”””Amigas”””” e desse grupo ninguém me desiludiu, sempre ficaram comigo desde que os conheci, nunca de mim desconfiaram e em mim sempre confiaram, tanto que a confiança que neles tenho é a mesma que têm por mim, ontem e hoje, estiveram, estão e estarão sempre comigo.
Mesmo fingindo que não continuam a ajudar-me, fazem-no seja nas minhas costas ou com o meu conhecimento mas nunca me abandonaram e o que não fizeram por mim foi porque não puderam.
Não preciso de por ou dar nomes a essas pessoas, sabem, quem são, simplesmente quero, agradecer por serem os amigos e as pessoas que são.
Mas aos falsos amigos também quero deixar uma palavra de agradecimento.
Vão se foder.
Obrigado a todos aqueles AMIGOS que nunca me abandonara.
Amigos de merda deste não preciso.
Aqueles que nas nossas costas falam mal, tentam lixar-nos, traíram a nossa confiança, no fundo são falsos.
Bela merda de amigos.
Pensava ter alguns amigos com quem contar nos momentos difíceis, uma vez que era conhecido por muitos e os considerava como amigos e vice-versa.
Enganei-me, estava errado, quando precisei preferiram todos acreditar noutras pessoas, fingirem não me conhecer ou ajudarem a foder-me a vida pois é foder-me a vida, é mesmo isso.
Então resolvi ser selectivo e por á prova a as pessoas “”””Amigas”””” e desse grupo ninguém me desiludiu, sempre ficaram comigo desde que os conheci, nunca de mim desconfiaram e em mim sempre confiaram, tanto que a confiança que neles tenho é a mesma que têm por mim, ontem e hoje, estiveram, estão e estarão sempre comigo.
Mesmo fingindo que não continuam a ajudar-me, fazem-no seja nas minhas costas ou com o meu conhecimento mas nunca me abandonaram e o que não fizeram por mim foi porque não puderam.
Não preciso de por ou dar nomes a essas pessoas, sabem, quem são, simplesmente quero, agradecer por serem os amigos e as pessoas que são.
Mas aos falsos amigos também quero deixar uma palavra de agradecimento.
Vão se foder.
Obrigado a todos aqueles AMIGOS que nunca me abandonara.
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