10 Dicas para lidar com colegas de trabalho difíceis.
Todos temos no ambiente de trabalho um ou outro colega com um feitio mais difícil de lidar, podendo mesmo chegar a ser bastante problemático.
Uns falam demasiado e nunca ouvem, espalham boatos, outros têm de ter sempre a última palavra, ou criticam tudo o que não foram eles a fazer. Há vários géneros e tipos.
Ficam aqui 10 dicas para ajudar a lidar com esses colegas.
1. Conheça-se a si mesmo. Quanto melhor se conhecer, menos provável é que reaja mal às situações com os seus colegas de trabalho de feitio “especial”. Este é talvez o ponto mais importante. Conheça os seus limites, os seus níveis de tolerância.
2. Identifique as pessoas problemáticas. Sabendo quem são e como são, mais facilmente se pode antecipar aos problemas que vão sendo criados por elas.
3. Sorria amigavelmente. Um sorriso e simpatia poderão fazer milagres com os seus colegas “difíceis”.
4. Descubra se outros colegas estão com problemas semelhantes com os “problemáticos. Se você for o único a ter um problema com essa pessoa, o problema poderá estar em ambos. Analise bem a situação. Descubra onde está o problema antes de querer tomar atitudes mais drásticas.
5. Não deixe os problemas piorarem. Não deixe chegar a um tal ponto em que perde a racionalidade e age apenas com a emoção. Poderá perder a razão toda que tinha.
6. Comunique. Por vezes uma conversa pode resolver muitos problemas e, principalmente, mal-entendidos. Esteja calmo, se optar por conversar com o seu colega nunca o faça de “cabeça quente”.
7. Respeito. Respeite os seus colegas “difíceis” e o seu direito de serem diferentes, mesmo que não goste deles. Eventualmente o respeito será retribuído.
8. Mantenha-se profissional. Este ponto é bastante importante. Se mantiver sempre o seu profissionalismo intacto, dificilmente alguém arranjará argumentos contra si. E ficará ainda de consciência tranquila.
9. Não se vitimize. Vitimizar-se e sentir-se mal devido ao tratamento que o seu colega “difícil” lhe dá apenas agravará o problema e o seu estado emocional. Começará a sentir-se cada vez pior e mais vítima, culpabilizando a outra pessoa por tudo. Reaja e responsabilize-se pela forma como se sente.
10. Volte as costas. Em alguns casos, a melhor solução é voltar as costas e ir-se embora, em vez de ficar a discutir e a piorar a situação.
“O progresso é uma palavra agradável mas é a mudança que o motiva e a mudança tem inimigos” "Nenhum trabalho de qualidade pode ser feito sem concentração e auto-sacrifício, esforço e dúvida."
10/08/2011
09/08/2011
Inveja 3
Falta de amigos - A falta de amigos faz pensar em inveja ou presunção. Há pessoas que devem seus amigos à feliz circunstância de não ter motivo para a inveja
Inveja 02
Quem afirma que não é feliz, poderia sê-lo com a felicidade do próximo, se a inveja lhe não tirasse esse último recurso
"""Caralho""""""
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas (navios antigos, usados nos descobrimentos) e de onde os vigias perscrutavam o horizonte em busca de sinais de terra ou de algum navio pirata.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto dos mastros), é onde se manifesta com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a Bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas, e até dias inteiros, no CARALHO e quando descia, ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias.
Daí vem a célebre expressão: "MANDAR PARA O CARALHO".
CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Quantas vezes, ao apreciar uma coisa que é boa ou que te agrade, não exclamaram: isto... "É DO CARALHO"!
Se te aborreceres com alguém, vais mandá-lo para o CARALHO, certamente!
Se algo não te interessa, não vais querer "NEM POR UM CARALHO".
Mas, se esse algo te interessa muito, então vais dizer..."É DO CARALHO".
Também são muito comuns as expressões:
Essa... "É BOA PRA CARALHO".
Esse cara... "É DO CARALHO".
Esse lugar... "É LONGE PRA CARALHO".
IIIHH CUM CARALHO
E não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar, sem se juntar um CARALHO a qualquer expressão.
Se um comerciante se sente deprimido pela má situação actual de seu negócio, exclama, quase sempre assim:
"ESTAMOS A IR PRÓ CARALHO"!
Quando se encontra alguém que há muito tempo não se vê, pergunta-se: "ONDE CARALHO TE METESTE"? (aqui, CARALHO é usado como vírgula).
É por isso que estou a enviar esta saudação do CARALHO, e se não és do CARALHO, espero que este texto te agrade pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer CARALHO, ou mandar alguém para o CARALHO, com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
Que tenhas um dia muito feliz... do CARALHO!!!
Esta não lembra ao CARALHO!
Mesmo assim, custa aceitar! "Com Caralho!!!
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto dos mastros), é onde se manifesta com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a Bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas, e até dias inteiros, no CARALHO e quando descia, ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias.
Daí vem a célebre expressão: "MANDAR PARA O CARALHO".
CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Quantas vezes, ao apreciar uma coisa que é boa ou que te agrade, não exclamaram: isto... "É DO CARALHO"!
Se te aborreceres com alguém, vais mandá-lo para o CARALHO, certamente!
Se algo não te interessa, não vais querer "NEM POR UM CARALHO".
Mas, se esse algo te interessa muito, então vais dizer..."É DO CARALHO".
Também são muito comuns as expressões:
Essa... "É BOA PRA CARALHO".
Esse cara... "É DO CARALHO".
Esse lugar... "É LONGE PRA CARALHO".
IIIHH CUM CARALHO
E não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar, sem se juntar um CARALHO a qualquer expressão.
Se um comerciante se sente deprimido pela má situação actual de seu negócio, exclama, quase sempre assim:
"ESTAMOS A IR PRÓ CARALHO"!
Quando se encontra alguém que há muito tempo não se vê, pergunta-se: "ONDE CARALHO TE METESTE"? (aqui, CARALHO é usado como vírgula).
É por isso que estou a enviar esta saudação do CARALHO, e se não és do CARALHO, espero que este texto te agrade pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer CARALHO, ou mandar alguém para o CARALHO, com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
Que tenhas um dia muito feliz... do CARALHO!!!
Esta não lembra ao CARALHO!
Mesmo assim, custa aceitar! "Com Caralho!!!
05/08/2011
O Padre Costa de Trancoso
O Padre Costa de Trancoso
Em finais de Março de 2011 foi a Trancoso visitar um familiar que não via á algum tempo.
Este levou-me a um café para beber umas cervejas e aproveitou para explicar-me um pouco a história da cidade.
Nesse café já dentro das muralhas da cidade havia umas camisolas a vender, que tem uma imagem de um Sr. de idade com os seguintes dizeres PADRE COSTA DE TRANCOSO, dirigiu-se ao balcão e comprou uma camisola que ofereceu ao meu filho.
Pois é e a historia começa na camisola.
Fiquei deveras intrigado com o que o meu grande amigo me estava a contar sobre o Padre Costa, e resolvi bisbilhotar um pouco na Net a história, aqui vai, é deveras hilariante a Historia deste Padre.
O Padre Costa de Trancoso, livro da autoria do escritor e investigador Santos Costa.
Trancoso é cidade apenas desde Dezembro de 2004, mas as suas muralhas graníticas escondem inúmeras lendas e histórias. Uma delas é a de um clérigo que viveu no século XV e terá gerado 299 filhos em 53 mulheres.
A obra mistura factos históricos com ficção, aludindo à figura do padre Francisco Costa, personalidade emblemática do burgo onde, em 1288, D. Dinis celebrou o seu casamento com D. Isabel de Aragão – depois de o ter feito por procuração em Barcelona – e que tem sido alvo de zombaria ao longo dos tempos.
O Crime.
De acordo com o autor, uma lenda antiga remete para aquela personagem, que terá vivido no reinado de D. João II (1481-1495) e tido quase três centenas de filhos – 214 do sexo masculino e 85 feminino –, gerados em mais de 50 mulheres, muitas das quais suas familiares directas.
Santos Costa conta que, segundo a lenda, o sacerdote terá dormido com 29 afilhadas, que deram à luz 97 raparigas e 37 rapazes, e não poupou nove comadres, a quem arranjou 38 machos e 18 fêmeas.
Acrescenta ainda que os relatos existentes referem ter feito, entre outras proezas, 29 filhos e cinco filhas a sete amas, somando ao extenso rol mais 28 descendentes (21 homens e sete mulheres) de duas pobres escravas.
A pujança e as aventuras libidinosas terão incluído igualmente uma tia, de quem teve três rebentos, e nem a própria mãe lhe escapou, imagine-se, chocadeira de duas crianças - irmãs de seu próprio pai.
A condenação
Reza o mito que o prior terá sido julgado em 1487, com 62 anos, e condenado a ser "degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou" (a cópia da sentença encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
A Absolvição (ainda mais hilariante).
No entanto, apesar da violenta condenação, conta-se que D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos 17 dias do mês de Março do mesmo ano, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta.
Mais do que os singulares feitos do padre, (que deveria ser considerado Herói Nacional) elogio a capacidade parideira daquelas mulheres. Feitas as contas, passados seis séculos duvido que haja alguma pessoa naquela terra que não seja familiar uma da outra.
Amigo deves ser a pessoa que conheço com a maior família a nível mundial.
Em finais de Março de 2011 foi a Trancoso visitar um familiar que não via á algum tempo.
Este levou-me a um café para beber umas cervejas e aproveitou para explicar-me um pouco a história da cidade.
Nesse café já dentro das muralhas da cidade havia umas camisolas a vender, que tem uma imagem de um Sr. de idade com os seguintes dizeres PADRE COSTA DE TRANCOSO, dirigiu-se ao balcão e comprou uma camisola que ofereceu ao meu filho.
Pois é e a historia começa na camisola.
Fiquei deveras intrigado com o que o meu grande amigo me estava a contar sobre o Padre Costa, e resolvi bisbilhotar um pouco na Net a história, aqui vai, é deveras hilariante a Historia deste Padre.
O Padre Costa de Trancoso, livro da autoria do escritor e investigador Santos Costa.
Trancoso é cidade apenas desde Dezembro de 2004, mas as suas muralhas graníticas escondem inúmeras lendas e histórias. Uma delas é a de um clérigo que viveu no século XV e terá gerado 299 filhos em 53 mulheres.
A obra mistura factos históricos com ficção, aludindo à figura do padre Francisco Costa, personalidade emblemática do burgo onde, em 1288, D. Dinis celebrou o seu casamento com D. Isabel de Aragão – depois de o ter feito por procuração em Barcelona – e que tem sido alvo de zombaria ao longo dos tempos.
O Crime.
De acordo com o autor, uma lenda antiga remete para aquela personagem, que terá vivido no reinado de D. João II (1481-1495) e tido quase três centenas de filhos – 214 do sexo masculino e 85 feminino –, gerados em mais de 50 mulheres, muitas das quais suas familiares directas.
Santos Costa conta que, segundo a lenda, o sacerdote terá dormido com 29 afilhadas, que deram à luz 97 raparigas e 37 rapazes, e não poupou nove comadres, a quem arranjou 38 machos e 18 fêmeas.
Acrescenta ainda que os relatos existentes referem ter feito, entre outras proezas, 29 filhos e cinco filhas a sete amas, somando ao extenso rol mais 28 descendentes (21 homens e sete mulheres) de duas pobres escravas.
A pujança e as aventuras libidinosas terão incluído igualmente uma tia, de quem teve três rebentos, e nem a própria mãe lhe escapou, imagine-se, chocadeira de duas crianças - irmãs de seu próprio pai.
A condenação
Reza o mito que o prior terá sido julgado em 1487, com 62 anos, e condenado a ser "degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou" (a cópia da sentença encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
A Absolvição (ainda mais hilariante).
No entanto, apesar da violenta condenação, conta-se que D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos 17 dias do mês de Março do mesmo ano, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta.
Mais do que os singulares feitos do padre, (que deveria ser considerado Herói Nacional) elogio a capacidade parideira daquelas mulheres. Feitas as contas, passados seis séculos duvido que haja alguma pessoa naquela terra que não seja familiar uma da outra.
Amigo deves ser a pessoa que conheço com a maior família a nível mundial.
26/07/2011
Pessoas de Merda
Pessoas de Merda:
Amigos de merda deste não preciso.
Aqueles que nas nossas costas falam mal, tentam lixar-nos, traíram a nossa confiança, no fundo são falsos.
Bela merda de amigos.
Pensava ter alguns amigos com quem contar nos momentos difíceis, uma vez que era conhecido por muitos e os considerava como amigos e vice-versa.
Enganei-me, estava errado, quando precisei preferiram todos acreditar noutras pessoas, fingirem não me conhecer ou ajudarem a foder-me a vida pois é foder-me a vida, é mesmo isso.
Então resolvi ser selectivo e por á prova a as pessoas “”””Amigas”””” e desse grupo ninguém me desiludiu, sempre ficaram comigo desde que os conheci, nunca de mim desconfiaram e em mim sempre confiaram, tanto que a confiança que neles tenho é a mesma que têm por mim, ontem e hoje, estiveram, estão e estarão sempre comigo.
Mesmo fingindo que não continuam a ajudar-me, fazem-no seja nas minhas costas ou com o meu conhecimento mas nunca me abandonaram e o que não fizeram por mim foi porque não puderam.
Não preciso de por ou dar nomes a essas pessoas, sabem, quem são, simplesmente quero, agradecer por serem os amigos e as pessoas que são.
Mas aos falsos amigos também quero deixar uma palavra de agradecimento.
Vão se foder.
Obrigado a todos aqueles AMIGOS que nunca me abandonara.
Amigos de merda deste não preciso.
Aqueles que nas nossas costas falam mal, tentam lixar-nos, traíram a nossa confiança, no fundo são falsos.
Bela merda de amigos.
Pensava ter alguns amigos com quem contar nos momentos difíceis, uma vez que era conhecido por muitos e os considerava como amigos e vice-versa.
Enganei-me, estava errado, quando precisei preferiram todos acreditar noutras pessoas, fingirem não me conhecer ou ajudarem a foder-me a vida pois é foder-me a vida, é mesmo isso.
Então resolvi ser selectivo e por á prova a as pessoas “”””Amigas”””” e desse grupo ninguém me desiludiu, sempre ficaram comigo desde que os conheci, nunca de mim desconfiaram e em mim sempre confiaram, tanto que a confiança que neles tenho é a mesma que têm por mim, ontem e hoje, estiveram, estão e estarão sempre comigo.
Mesmo fingindo que não continuam a ajudar-me, fazem-no seja nas minhas costas ou com o meu conhecimento mas nunca me abandonaram e o que não fizeram por mim foi porque não puderam.
Não preciso de por ou dar nomes a essas pessoas, sabem, quem são, simplesmente quero, agradecer por serem os amigos e as pessoas que são.
Mas aos falsos amigos também quero deixar uma palavra de agradecimento.
Vão se foder.
Obrigado a todos aqueles AMIGOS que nunca me abandonara.
11/08/2010
Criticas VS Dicas VS Avaliações
• Criticas de Trabalho
Nesta época do ano muitos trabalhadores de diversas actividades estão a passar por uma situação comum: Avaliação de desempenho.
Os últimos meses do ano são períodos de avaliação de desempenho e definição de metas para o próximo ano.
É a hora de reflectir sobre as outras pessoas e sobre nós próprios, para que possamos dar o famoso feedback, ou seja, o retorno sobre como cada um está actuando. O problema é que nem sempre ouvir críticas é fácil – claro, somos todos humanos –, mas ficam aqui algumas dicas para transformar problemas em oportunidades e seguir um passo rumo à realização dos seus objectivos profissionais.
• Detalhes:
Qualquer comentário a respeito do desempenho deve ser encarado de modo positivo por quem o recebe. Qualquer crítica ou observação, deve ser ouvido como uma oportunidade de melhoria pessoal. Recomenda-se que o funcionário aproveite para pedir esclarecimentos sobre as tarefas que não foram cumpridas adequadamente. “É de praxe que a avaliação seja acompanhada de explicação a fim de que o desempenho possa sempre ser melhorado. Ao escutarmos qualquer observação negativa a respeito do nosso trabalho, independentemente da verificação anual, devemos pedir que o caso seja detalhado, para que possamos rever e melhorar o comportamento”,
• Respeito:
As críticas devem ser recebidas de maneira respeitosa, ainda que discorde delas. Devemos ouvir tudo com o devido respeito e atenção, procurando melhorar nos aspectos que foram assinalados. Mesmo que não goste, agradeça as observações de seu superior e diga que fará o possível para atendê-las. Saber reconhecer defeitos e erros é uma característica importante de um bom profissional” “Ignore se os comentários forem pejorativos. Diga, no máximo, que as críticas servem para um aperfeiçoamento e que se foi criticado é porque prestam atenção em seu trabalho e querem ver seu progresso”
• Foco na função e não na pessoa:
Quem está em uma posição de chefia deve optar por uma avaliação em tom de conversa, focando as observações no trabalho realizado pelos subordinados e não na personalidade. Além de evitar os comentários mais duros. “É preciso saber criticar sem ferir a auto-estima do outro. Não se critica a pessoa, mas sim a tarefa. A crítica positiva não humilha e nem faz com que a pessoa se sinta ofendida. O objectivo é motivar o outro a trabalhar mais e melhor”,
• Elogiar e apontar soluções:
Outras duas dicas são elogiar antes de avaliar e apontar soluções: “Usar palavras amáveis ou fazer um elogio cria um cenário amigável, mostrando para a pessoa que não queremos atacar seu ego. E quando se mostra para alguém o que fez de errado, devemos, no mesmo momento, explicar a forma correcta de realizar a tarefa”.
• Avaliando o chefe:
Já se for pedido que avalie o seu superior ou a empresa, seja honesto e procure contribuir com ideias que agreguem o tragam valor acrescentado aos projectos da empresa “O que se espera é honestidade nas respostas. O funcionário deve falar o que pensa, obviamente com educação e palavras adequadas. Diga, por exemplo: ‘Concordo com a política tal, e ela melhoraria se ainda houvesse a atitude x’. Procure acrescentar algo. Não critique se não puder dar alguma solução”,
Se o que você quer é conversar sobre a maneira de chefiar de seu superior, uma saída é mostrar o que ele ganha com a mudança de comportamento. “Podemos sinalizar que, assim, ele será mais prestigiado pelo seus superiores, desenvolvendo aptidões de líder, ou que haverá possibilidades de promoção. Enfim, o feedback deverá sempre mostrar que o objectivo é fortalecer a marca dessa pessoa”
Antes de tudo, é preciso reconhecer o momento certo para tratar do assunto. “É necessário sensibilidade para perceber quando é possível fazer críticas, lembrando ainda que se deve estar preparado para recebê-las
Nesta época do ano muitos trabalhadores de diversas actividades estão a passar por uma situação comum: Avaliação de desempenho.
Os últimos meses do ano são períodos de avaliação de desempenho e definição de metas para o próximo ano.
É a hora de reflectir sobre as outras pessoas e sobre nós próprios, para que possamos dar o famoso feedback, ou seja, o retorno sobre como cada um está actuando. O problema é que nem sempre ouvir críticas é fácil – claro, somos todos humanos –, mas ficam aqui algumas dicas para transformar problemas em oportunidades e seguir um passo rumo à realização dos seus objectivos profissionais.
• Detalhes:
Qualquer comentário a respeito do desempenho deve ser encarado de modo positivo por quem o recebe. Qualquer crítica ou observação, deve ser ouvido como uma oportunidade de melhoria pessoal. Recomenda-se que o funcionário aproveite para pedir esclarecimentos sobre as tarefas que não foram cumpridas adequadamente. “É de praxe que a avaliação seja acompanhada de explicação a fim de que o desempenho possa sempre ser melhorado. Ao escutarmos qualquer observação negativa a respeito do nosso trabalho, independentemente da verificação anual, devemos pedir que o caso seja detalhado, para que possamos rever e melhorar o comportamento”,
• Respeito:
As críticas devem ser recebidas de maneira respeitosa, ainda que discorde delas. Devemos ouvir tudo com o devido respeito e atenção, procurando melhorar nos aspectos que foram assinalados. Mesmo que não goste, agradeça as observações de seu superior e diga que fará o possível para atendê-las. Saber reconhecer defeitos e erros é uma característica importante de um bom profissional” “Ignore se os comentários forem pejorativos. Diga, no máximo, que as críticas servem para um aperfeiçoamento e que se foi criticado é porque prestam atenção em seu trabalho e querem ver seu progresso”
• Foco na função e não na pessoa:
Quem está em uma posição de chefia deve optar por uma avaliação em tom de conversa, focando as observações no trabalho realizado pelos subordinados e não na personalidade. Além de evitar os comentários mais duros. “É preciso saber criticar sem ferir a auto-estima do outro. Não se critica a pessoa, mas sim a tarefa. A crítica positiva não humilha e nem faz com que a pessoa se sinta ofendida. O objectivo é motivar o outro a trabalhar mais e melhor”,
• Elogiar e apontar soluções:
Outras duas dicas são elogiar antes de avaliar e apontar soluções: “Usar palavras amáveis ou fazer um elogio cria um cenário amigável, mostrando para a pessoa que não queremos atacar seu ego. E quando se mostra para alguém o que fez de errado, devemos, no mesmo momento, explicar a forma correcta de realizar a tarefa”.
• Avaliando o chefe:
Já se for pedido que avalie o seu superior ou a empresa, seja honesto e procure contribuir com ideias que agreguem o tragam valor acrescentado aos projectos da empresa “O que se espera é honestidade nas respostas. O funcionário deve falar o que pensa, obviamente com educação e palavras adequadas. Diga, por exemplo: ‘Concordo com a política tal, e ela melhoraria se ainda houvesse a atitude x’. Procure acrescentar algo. Não critique se não puder dar alguma solução”,
Se o que você quer é conversar sobre a maneira de chefiar de seu superior, uma saída é mostrar o que ele ganha com a mudança de comportamento. “Podemos sinalizar que, assim, ele será mais prestigiado pelo seus superiores, desenvolvendo aptidões de líder, ou que haverá possibilidades de promoção. Enfim, o feedback deverá sempre mostrar que o objectivo é fortalecer a marca dessa pessoa”
Antes de tudo, é preciso reconhecer o momento certo para tratar do assunto. “É necessário sensibilidade para perceber quando é possível fazer críticas, lembrando ainda que se deve estar preparado para recebê-las
27/07/2010
Há uma força motriz mais poderosa que o vapor
"Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade."
( Albert Einstein )
( Albert Einstein )
Um profissional
"Um profissional é aquele que faz o seu melhor trabalho quando menos vontade tem de fazê-lo."
( Frank Lloyd Wright )
( Frank Lloyd Wright )
Trabalho de qualidade
Nenhum trabalho de qualidade pode ser feito sem concentração e auto-sacrifício, esforço e dúvida."
( Max Beerbohm )
( Max Beerbohm )
04/05/2010
Eis a explicação da vida.
Eis a explicação da vida.
No primeiro dia, Deus criou a vaca. E Deus disse:
'Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer
debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma
vida de 60 anos.'
A vaca disse:
'É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20
e eu devolvo-te os outros 40'.
E Deus concordou.
No segundo dia, Deus criou o cão. E Deus disse:
'Senta-te todo o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa
que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida. '
O cão disse:
'Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os
outros 10'.
Deus concordou.
No terceiro dia, Deus criou o macaco. E Deus disse :
'Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu
Dar-te-ei 20 anos de vida.'
O macaco disse:
'Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão
devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?'
Deus concordou.
No quarto dia, Deus criou o Homem. E Deus disse:
'Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente
diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida'.
O Homem disse:
'O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40
anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80.
Pode ser?'
'Ok' - respondeu-lhe Deus. 'Negócio fechado.'
É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos,
praticamos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes,
sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos
figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos
sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.
Está explicada a vida!
No primeiro dia, Deus criou a vaca. E Deus disse:
'Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer
debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma
vida de 60 anos.'
A vaca disse:
'É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20
e eu devolvo-te os outros 40'.
E Deus concordou.
No segundo dia, Deus criou o cão. E Deus disse:
'Senta-te todo o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa
que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida. '
O cão disse:
'Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os
outros 10'.
Deus concordou.
No terceiro dia, Deus criou o macaco. E Deus disse :
'Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu
Dar-te-ei 20 anos de vida.'
O macaco disse:
'Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão
devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?'
Deus concordou.
No quarto dia, Deus criou o Homem. E Deus disse:
'Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente
diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida'.
O Homem disse:
'O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40
anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80.
Pode ser?'
'Ok' - respondeu-lhe Deus. 'Negócio fechado.'
É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos,
praticamos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes,
sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos
figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos
sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.
Está explicada a vida!
22/06/2009
FODA-SE
FODA-SE
(Adaptado)Por Millor Fernandes
O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à
quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma
pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então,
foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos
extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário
de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos
mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua
língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que
vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a
ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão
matemática.
2
A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a
mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem
nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades
de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro
para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.
Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro
Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema,
e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu
correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente,
sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito
assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se
reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um
merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua
maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus
quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de
seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
3
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar
firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado
amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de
maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a
sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para
uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de
ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor
num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo
assim como quando estás a sem documentos do carro, sem
carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a
mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada
funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a
saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os
empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e
em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a
desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e
foda-se!!!
Mas não desespere:
Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”
Atente no que lhe digo!
(Adaptado)Por Millor Fernandes
O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à
quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma
pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então,
foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos
extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário
de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos
mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua
língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que
vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a
ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão
matemática.
2
A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a
mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem
nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades
de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro
para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.
Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro
Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema,
e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu
correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente,
sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito
assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se
reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um
merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua
maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus
quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de
seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
3
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar
firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado
amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de
maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a
sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para
uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de
ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor
num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo
assim como quando estás a sem documentos do carro, sem
carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a
mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada
funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a
saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os
empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e
em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a
desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e
foda-se!!!
Mas não desespere:
Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”
Atente no que lhe digo!
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